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EUA tentam minimizar prejuízos da espionagem

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EUA tentam minimizar prejuízos da espionagem

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A líder da comissão do Senado norte-americano para os serviços de informação afirmou segunda-feira ser “totalmente contra” a espionagem de dirigentes de países aliados e pediu uma revisão das operações secretas.

Hoje, os chefes das agências de espionagem irão comparecer perante o Comité de Informações da Câmara dos Representantes, tendo como pano de fundo as acusações dos aliados europeus.

Enquanto isso, o presidente Barack Obama tenta minimizar os prejuízos:

“Os serviços de espionagem estão envolvidos num grande e variado leque de ações para as quais lhes damos diretrizes políticas. Constatámos que a capacidade deles se desenvolveu e expandiu, pelo que estou a rever tudo para que o que são capazes de fazer, não seja necessariamente o que têm de fazer”, disse Obama durante uma entrevista.

Cerca de 20 eurodeputados deslocaram-se aos Estados Unidos para obter explicações sobre as escutas dos serviços secretos norte-americanos.

“A confiança tem de ser reconstruída. Temos de saber a causa de toda esta espionagem e que tipo de confiança deve ser reconstruída”, afirmou o eurodeputado Claude Moraes.

A chegada dos eurodeputados coincidiu com novas revelações a dar conta de mais de 60 milhões de chamadas telefónicas escutadas pela NSA em Espanha entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013.