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Al-Maliki pede mais armas a Obama para combater a Al-Qaeda

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Al-Maliki pede mais armas a Obama para combater a Al-Qaeda

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A braços com um surto de violência que já matou mais de 5000 pessoas este ano, o governo iraquiano foi à Casa Branca pedir mais armas para combater a Al-Qaeda.

O primeiro-ministro Nuri al-Maliki esteve reunido mais de uma hora e meia com Barack Obama. A conversa centrou-se em estratégias para travar a violência e o terrorismo no Iraque. Perante os jornalistas, o presidente norte-americano elogiou também os “progressos significativos” do Iraque em “áreas como a produção de petróleo e outras reformas” e lamentou que a Al-Qaeda esteja “mais ativa nos últimos tempos”.

Quase dois anos depois das tropas dos Estados Unidos terem retirado do país, o Iraque continua a ferro e fogo. Outubro foi o mês mais sangrento dos últimos cinco anos com perto de 1000 mortos.

Enquanto conversava com Obama sobre como combater o terrorismo, Maliki era classificado de “assassino” à porta da Casa Branca. Algumas centenas de manifestantes quiseram recordar o massacre de refugiados iranianos há cerca dois meses no campo de de Ashraf, a nordeste de Bagdade. Um ataque alegadamente perpetrado pelo exército iraquiano e que matou pelo menos 52 pessoas, segundo observadores das Nações Unidas.