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'Mayor' eleito quer mudar vida de novaiorquinos da classe média


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'Mayor' eleito quer mudar vida de novaiorquinos da classe média

Bill Di Blasio vai ser o primeiro prefeito, o primeiro “mayor” democrata de Nova Iorque, em 20 anos. Com a sua enorme energia, carisma e uma família que provou à classe média que a integração não é propaganda mas uma realidade, ganhou o voto de confiança dos novaiorquinos.

A mulher, Chirlane McCray, ativista e poetisa, militante da defesa dos negros e dos homossexuais, e os dois filhos, estiveram sempre a seu lado, na campanha, tendo mesmo participado em vídeos de promoção.

Bill de Blasio, democrata eleito: – Muitos cidadãos estão conscientes de que muitos novaiorquinos estão a lutar para chegar ao fim de mês, por isso precisamos mudar e deixar para trás a era das políticas de Bloomberg. Estou disposto a fazê-lo e preciso do apoio dos novaiorquinos para conseguir.”

Bloomberg, republicano com ideias empresariais de governo, preocupou-se com o desenvolvimento económico e urbanístico de Nova Iorque, com a diminuição da criminalidade (aplicando meios questionáveis) e com o incremento do turismo. Durante os seus 12 anos de mandato, as desigualdades aumentaram.

Com uma população de 8,3 milhões, Nova Iorque tem 400 mil milionários e um milhão e 700 mil pobres, muito pobres.

Di Blasio prometeu financiar a educação pré-escolar para todos e aumentar os impostos para os rendimentos acima de 375.000 euros por ano.

Também se comprometeu a elaborar programas escolares de tarde, a manter os hospitais dos bairros, a construir 200 mil habitações sociais e a substituir o chefe da polícia novaiorquina, pela prática policial conhecida como stop-and-frisk – auto-stop e identificação com base na etnia da pessoa interpelada.

Os alvos representam 33% da população que é, agora, de maioria hispânica, negra e asiática.

Bill di Blasio, que se chamava inicialmente como o pai, alemão, Warren Wilhelm, mudou de apelido porque cresceu com a mãe, italiana, María de Blasio. Licenciado pela Universidade de Nova Iorque, tem um mestrado em relações internacionais sobre a América Latina feito em Columbia, e fala italiano e espanhol. Vive em Brooklyn há 22 anos.

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