Última hora

Última hora

Investigadores russos não descartam hipótese de envenenamento de Arafat

Em leitura:

Investigadores russos não descartam hipótese de envenenamento de Arafat

Tamanho do texto Aa Aa

Um estudo russo sobre a morte de Yasser Arafat afirma não existirem provas inequívocas de que o líder palestiniano foi envenenado, apesar deixar em aberto essa possibilidade. Uma conclusão menos assertiva em relação ao estudo suíço conhecido na quarta-feira.

Apesar deste novo estudo, os palestinianos apontam o dedo acusador aos israelitas. “Consideramos Israel o primeiro, o principal e o único suspeito no assassinato de Yasser Arafat”, afirmou Tawfiq Tirawi, chefe da comissão inquérito à morte de Arafat.

Os israelitas rejeitam qualquer envolvimento num alegado assassinato de Yasser Arafat.

“Quero dizer isto tão claro quanto possível, Israel não matou Arafat, ponto! É tão simples quanto isso, não há mais nada a acrescentar. Os palestinianos deviam deixar de exacerbar estas acusações infundadas sem a mínima prova porque o que é demais é demais. Não temos rigorosamente nada a haver com isto, declarou o porta-voz do ministério israelita dos Negócios Estrangeiros.

Recentemente amostras foram recolhidas dos restos mortais de Yasser Arafat por investigadores suíços, russos e franceses. Russos e suíços dão conta da existência da substância radioativa Polonium-210 no corpo do líder palestiniano. O estudo francês ainda não é conhecido.