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Depois do tufão, as pilhagens e a fome

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Depois do tufão, as pilhagens e a fome

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A anarquia tomou conta da cidade de Tacloban, uma das mais afetadas pelo tufão. Aos relatos de pilhagens da parte de sobreviventes em busca de comida e água, somam-se agora imagens de um supermercado totalmente saqueado. Uma testemunha disse que sete seguranças do estabelecimento foram mortos.

Numa outra ilha, o exército abateu dois homens que tentavam assaltar uma coluna de veículos de ajuda humanitária. A cruz vermelha também foi alvo de pilhagens.

O chefe da polícia, Carmelo Valmoria, avisou que “se vai aplicar toda a força da lei porque as pilhagens não podem ser toleradas, acrescentando que “os filipinos já estão a sofrer” e que “os roubos só vão piorar as coisas”.

Para restabelecer a ordem, o Governo mobilizou um contingente de 800 homens da Guarda nacional e do exército. Além disso, anunciou que vai enviar veículos blindados e impôs um recolher obrigatório. Porém, não precisou onde poderão “recolher-se” os milhares de desalojados.