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Militantes da Greenpeace já estão presos em São Petersburgo

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Militantes da Greenpeace já estão presos em São Petersburgo

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Já estão em São Petersburgo os ativistas da Greenpeace detidos após uma ação de protesto numa plataforma petrolífera no Ártico.

Fortes medidas de segurança rodearam a transferência dos 30 militantes que estavam detidos numa prisão em Murmansk.

Segundo as autoridades russas, os membros da Greenpeace foram distribuídos por vários centros prisionais de São Petersburgo. A organização ecologista, pela voz do seu representante em Moscovo, expressou preocupação pela segurança dos seus militantes nas prisões onde foram colocados. A Rússia reiterou que as condições de detenção dos militantes respeitam a legislação local e as regras internacionais.

Os militantes de 18 países, incluindo uma bióloga brasileira, enfrentam acusações de “hooliganismo”, que podem ser punidas com 7 anos de prisão. Antes, a Rússia tinha acusou os ativistas de “pirataria”, um crime cuja pena pode chegar aos 15 anos de prisão.

Os tripulantes do ‘Arctic Sunrise’, um quebra-gelo da Greenpeace com pavilhão holandês, foram detidos em alto mar, em setembro, depois de terem tentado escalar uma plataforma de extração petrolífera da Gazprom no mar de Barents.