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Filipinas: Atraso da ajuda humanitária desespera sobreviventes do tufão Haiyan

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Filipinas: Atraso da ajuda humanitária desespera sobreviventes do tufão Haiyan

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A ajuda humanitária tarda a chegar e o desespero invade os sobreviventes do tufão Haiyan. Em Tacloban, o número de pessoas que se concentra junto ao aeroporto devastado é cada vez maior. Escapar da ilha é a única possibilidade de sobrevivência para quem está há vários dias sem água, comida ou medicamentos.

Além da falta de bens essenciais, o risco de epidemias devido à putrefação dos corpos é cada vez maior a cada dia que passa. E a insegurança que agora se vive agrava uma situação que já é desesperada. Um enterro coletivo em Tacloban foi interrompido por causa de tiros junto ao local, pelo que a polícia ordenou aos camiões para darem meia-volta.

Esta quarta-feira foi anunciada a morte de oito pessoas que pilhavam um armazém de arroz por causa de uma parede que acabou por ruir.

Enquanto o verdadeiro balanço da tragédia não é estabelecido, algo que só deverá acontecer dentro de algumas semanas, estalou uma polémica relativamente ao número de mortos em Tacloban. O número de 10 mil vítimas mortais adiantado pela ONU foi contestado pelo presidente Aquino que referiu um número entre 2000 e os 2500.