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Comissão Europeia critica orçamentos de grandes economias do euro


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Comissão Europeia critica orçamentos de grandes economias do euro

É com críticas a algumas das grandes economias que a Comissão Europeia termina o primeiro exame aos projetos de orçamento de treze países da zona euro.

De fora ficaram Irlanda, Portugal, Chipre e Grécia, que estão sob um programa de resgate.

Nenhum país terá de alterar o orçamento, mas quatro das grandes economias recebem avisos sobre uma eventual violação das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento.

Olli Rehn, comissário europeu para os Assuntos Económicos, recorda que “no auge da crise em 2011, apenas três países não estavam sob o procedimento por défice excessivo. Atualmente são 12 e espera que na próxima primavera sejam ainda mais. Em alguns casos há no orçamento um risco de violação das regras”.

Bruxelas considera que há risco de derrapagem das contas de Espanha, Itália e Finlândia. No caso de França, Malta, Eslovénia, Luxemburgo e Holanda, o orçamento é validado mas não tem margem de manobra. A Alemanha e a Estónia são os únicos bons alunos.

Espanha arrisca-se a não respeitar, em 2014, um défice previsto de 5,9% e tem de fazer mais ao nível das reformas estruturais.

Em relação a Itália, que saiu este ano do procedimento de défice excessivo, Bruxelas está preocupada com a dívida. Esta deverá atingir o nível recorde de 134% do PIB, a segunda mais elevada depois da Grécia.

França escapa a um puxão de orelhas. Mas na reunião extraordinária do Eurogrupo, na próxima semana, Paris terá de explicar melhor como pretende reduzir as despesas e reformar o sistema de pensões e a lei do trabalho.

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