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Justiça chinesa proíbe tortura

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Justiça chinesa proíbe tortura

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O recurso à tortura foi banido pela justiça chinesa. O Supremo Tribunal instou as autoridades a parar com a tortura para obter confissões. No seu microblogue a instância judicial foi mais longe e determinou que é ilegal submeter suspeitos à fome, a temperaturas extremas ou à fadiga para conseguir uma confissão.

Na semana passada o governo de Pequim tinha já anunciado o fim da “reeducação nos campos de trabalho”.

Este anúncio é feito uma semana depois da reunião plenária do comité central do Partido Comunista Chinês, realizada à porta fechada, durante a qual foram aprovadas várias reformas.

O Supremo Tribunal ordenou aos tribunais de primeira instância para não aceitarem provas obtidas pela tortura, mas grupos de defesa dos direitos humanos consideram que esta reforma será difícil de aplicar.