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Rússia liberta dez ativistas da Greenpeace

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Rússia liberta dez ativistas da Greenpeace

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A justiça russa libertou, sob caução, dez ativistas da Greenpeace, esta quinta-feira. Na véspera tinha sido libertada uma primeira militante da organização ecologista. Nos próximos dias deverão sair da prisão de São Petersburgo os restantes tripulantes do navio que efetuou um protesto junto a uma plataforma de exploração de petrolífera, no Ártico, em setembro. Dos trinta ativistas detidos, apenas um viu a prisão preventiva ser prolongada até ao dia 24 de fevereiro.

Durante o dia, em Varsóvia, a Greenpeace organizou um protesto apelando à libertação dos colegas. 11 acabaram detidos pela polícia. Também na capital polaca, onde decorre a cimeira do clima, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apelou ao presidente Putin para ser indulgente com os ativistas da Greenpeace porque a sociedade civil também faz avançar o mundo.

Em Moscovo, o presidente Putin afirmou que a causa dos ativistas da Greenpeace é nobre mas que agiram mal porque colocaram vidas em risco. Os militantes ecologistas foram primeiro acusados de pirataria, o que lhes poderia valer até 15 anos de prisão. Entretanto foram indiciados por hooliganismo, podendo incorrer numa pena até sete anos de cadeia.