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Oposição ucraniana em "pé de guerra"

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Oposição ucraniana em "pé de guerra"

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Os partidários da adesão da Ucrânia à União Europeia iniciaram pela madrugada o terceiro dia consecutivo de protestos, em Kiev, contra a recusa do governo em assinar um acordo de associação com Bruxelas.

A polícia de choque foi enviada em força para as imediações da sede do governo para conter a indignação de centenas de pessoas que se dizem traídas pelo executivo. O acordo foi rejeitado na semana passada, depois de meses de negociações, um compromisso que não era do agrado da Rússia, tradicional aliado da antiga república soviética.

“É impossível trabalhar de uma forma civilizada com eles. Estivemos à espera que não nos mentissem e é por isso que aqui estamos, eles precisam ser justos”, diz um manifestante.

Esta nova manifestação acontece um dia depois de um dos maiores protestos desde a revolução laranja em 2004.

A oposição afirma que o governo cedeu às pressões de Moscovo, que havia ameaçado com consequências comerciais caso o acordo com a União Europeia avançasse.

Já Bruxelas tinha posto como condição a libertação da antiga primeira-ministra Julia Timoshenko para receber tratamento médico, uma medida rejeitada pelo parlamento ucraniano.

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