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Mundial 2014: As seleções europeias

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Mundial 2014: As seleções europeias

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Entre as seleções europeias presentes no mundial, a Espanha faz figura de favorita, com dois campeonatos da Europa e um mundial consecutivos, em 2008, 2010 e 2012. Vicente Del Bosque vai tentar a proeza, até agora inédita, de conseguir vencer uma quarta grande competição consecutiva.

A Alemanha é a eterna candidata ao título. Se há quem diga que no futebol há onze contra onze e no final quem ganha é a Alemanha, a verdade é que a Mannschaft vai chegar ao mundial do Brasil 24 anos depois de ter sido campeã do mundo pela última vez. Além de Mesut Özil, Miroslav Klose e o resto da constelação, os alemães podem contar também com Márcia Fernandes: Para desgosto de muitos brasileiros, a médium previu que a Alemanha sairia do Maracanã com a taça na mão.

Quanto à Itália, campeã do mundo em 2006 e finalista do último europeu, a equipa parece ter ganho um novo fôlego com a chegada do novo treinador, Cesare Prandelli. A “squadra azzurra” fez uma das melhores fases de qualificação de sempre. O percurso foi tão bom que os últimos dois jogos foram para cumprir calendário e permitiram a Prandelli rodar jogadores.

A Holanda é uma eterna caixa de surpresas. Historicamente, alterna períodos de grande forma e outros menos bons. A fase de qualificação não podia ter corrido melhor, com 13 jogos sem perder. A equipa sofreu poucas alterações em relação à que chegou à final de 2010. Robben, Van Persie, Sneijder e Van der Vaart são ainda as grandes estrelas. Louis Van Gaal voltou, depois do último europeu, ao posto de selecionador.

Em 2014, terão passado 48 anos desde que a Inglaterra venceu pela primeira e última vez um mundial. Várias gerações cresceram na esperança de ver a equipa inglesa levar para casa mais uma taça, até agora sem sucesso. Apesar disso, a participação da Inglaterra arrasta sempre paixões quase sem paralelo.

Portugal pode bem ser a surpresa deste mundial, aproveitando a boleia da “ronaldomania” que se instalou, sobretudo desde a vitória no play-off contra a Suécia.

Se Cristiano Ronaldo é a grande arma dos portugueses, a fraqueza pode também residir no facto de a equipa estar demasiado centrada num só homem.

Finalmente, a França tem provado que é uma equipa de extremos, que tanto pode chegar à final ou até sagrar-se campeã, como fazer as malas no fim da fase de grupos, com resultados mais que medíocres, como aconteceu no último mundial.

Laurent Blanc quer provar que as grandes exibições, como no jogo da segunda mão face à Ucrânia, são possíveis também no Brasil.