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Ucrânia: braço-de-ferro entre manifestantes e autoridades está para durar

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Ucrânia: braço-de-ferro entre manifestantes e autoridades está para durar

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Todos os caminhos da contestação ao governo e ao presidente da Ucrânia vão dar à Praça da Independência, em Kiev. Os acessos à sede do governo estão bloqueados, a câmara da capital ucraniana permanece ocupada pelos manifestantes que, agora, querem mais do que um acordo de associação entre o país e a União Europeia – pretendem a demissão dos responsáveis políticos.

“Não temos medo. Estamos preparados para enfrentar os ataques da polícia, porque o que o presidente Ianukovitch fez, destruir, espancar estudantes que protestavam pacificamente, irritou todo o povo ucraniano e isso foi a última gota de paciência”, diz um manifestante.

Outro afirma que “estão fartos do regime de Ianukovitch, este regime de bandidos, esta corrupção que nos está a matar. É preferível morrer pela democracia do que continuar a existir neste regime”, avança.

O primeiro-ministro Mykola Azarov alertou a oposição para os perigos da manutenção dos protestos. Palavras proferidas durante o primeiro conselho de ministros desde o início das manifestações na semana passada, desencadeadas pelo abandono do acordo de associação com a União Europeia.

Mas nem todos são a favor da oposição. Em Donetsk, o presidente e o executivo receberam o apoio de uma manifestação de 10 mil pessoas.

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