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Justiça egípcia liberta 21 mulheres e raparigas condenadas após manifestação

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Justiça egípcia liberta 21 mulheres e raparigas condenadas após manifestação

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Um tribunal de recurso egípcio ordenou a libertação imediata de 21 jovens, julgadas e condenadas, em primeira instância, após terem participado numa manifestação pró-Morsi, em Alexandria.

É assim anulada a pena de 11 anos de prisão decidida pelo primeiro tribunal, que as condenara por “pertença a grupo terrorista, sabotagem e violência”.

“Não pertencemos a nenhum grupo, partido ou organização política. Disseram que todas as pessoas que foram presas pertenciam à Irmandade Muçulmana. A minha família, a família do meu pai ou a família da minha mulher, nenhuma tem qualquer tipo de filiação política”, garante Ramadan Abdul Hamid, cuja mulher e a filha foram detidas.

As jovens reivindicam, contudo, o direito constitucional a manifestarem-se.

As imagens destas raparigas completamente vestidas de branco, numa jaula de tribunal, tinham chocado a opinião pública, incluindo certos membros do atual governo egípcio, dirigido pelo exército.