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África do Sul recorda Mandela em domingo de "oração e reflexão"


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África do Sul recorda Mandela em domingo de "oração e reflexão"

Do parque Kruger à Cidade do Cabo, hinos e elogios fúnebres ressoam por toda a África do Sul, neste domingo, decretado dia nacional de “oração e reflexão” pela vida e o legado de Nelson Mandela, cuja morte, aos 95 anos, foi anunciada na noite de quinta-feira.

A ex-mulher, Winnie, o presidente Jacob Zuma e familiares de Madiba assistiram a uma missa em honra de Mandela numa igreja metodista em Bryanston, na zona norte de Joanesburgo.

O presidente da África do Sul tinha apelado às pessoas, de todos os credos e confissões religiosas, para tirarem um momento para uma prece e uma reflexão sobre a contribuição para a humanidade que teve o chamado “pai da nação” sul-africana. Na missa, Zuma considerou que, após “esta perda sem precedentes”, é “absolutamente importante” que o país e “o mundo estejam a fazer o luto e a recordar Tata”, o “ícone”, o “primeiro presidente de uma África do Sul democrática”.

Joanesburgo será, nos próximos dias, a capital do globo, com inúmeros chefes de Estado e de governo e outros altos dignitários a convergirem na cidade sul-africana para as cerimónias fúnebres.

Os principais líderes mundiais já anunciaram a sua presença nas cerimónias oficiais em que o Dalai Lama será a grande ausência. O líder espiritual budista, que por duas vezes viu o visto ser recusado pelas autoridades sul-africanas, não adiantou qualquer explicação sobre o motivo da ausência.

O funeral, no domingo, tal como Mandela desejava, será em Qunu, cerca de 900 km a sul da capital.

Antes, na terça-feira, o estádio FNB -Soccer City durante o Mundial de futebol – onde Mandela fez o primeiro grande discurso, em Joanesburgo, depois de ser libertado e onde apareceu pela última vez em público, na final do Mundial, em 2010, recebe a cerimónia nacional de homenagem a Madiba. Nos três dias seguintes, o cortejo fúnebre percorre as ruas da capital, Pretória.

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