Última hora

Em leitura:

UE quer resolver crise na Ucrânia, mas sem dar mais dinheiro


A redação de Bruxelas

UE quer resolver crise na Ucrânia, mas sem dar mais dinheiro

A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Catherine Ashton, está a levar a cabo uma missão de conciliação junto do Presidente ucraniano, face à crise política que eclodiu no país, no final de Novembro, depois da recusa de Viktor Ianukovitch em assinar um acordo de associação.

Face a rumores de que o regime de Kiev exige uma contrapartida financeira maior, um porta-voz da Comissão Europeia, Olivier Bailly, esclareceu que “a prosperidade e o futuro da Ucrânia não podem ser submetidos a uma espécie de leilão para ver quem sobe mais o preço”.

“A situação na Ucrânia também é um tema quente no Parlamento Europeu (PE)”, refere a enviada da euronews, Natalia Richardson-Vikulina. “Reunidos em Estrasburgo, os eurodeputados estão chocados com o uso da força, mas também surpreendidos com a determinação com que o povo defende a integração europeia”, acrescentou.

Os parlamentares preparam uma resolução para a ser votada esta quinta-feira.

O eurodeputado socialista polaco, Marek Siwiec, disse não compreender “esta lógica de um passo para frente, dois para trás. Não vejo uma estratégia para avançar, mas enquanto a violência não atingir proporções que resultem num grande número de vítimas, exorto ambos os lados a encontrarem uma solução para o conflito”.

A eurodeputada dos Verdes alemã, Rebecca Harms, refere que “a resolução do PE pretende que haja uma maior presença política, um mais alto grau de responsabilização por parte da UE e do PE no que se passa em Kiev”.

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

Artigo seguinte

A redação de Bruxelas

Escultura com 2500 anos roubada vai regressar ao Cairo