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Ucrânia: A Rússia ganhou o 'leilão' mas a Europa dava mais

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Ucrânia: A Rússia ganhou o 'leilão' mas a Europa dava mais

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Kiev resiste, os pró-europeus não desistem de pedir a demissão do regime após o acordo com Moscovo que tira a corda da garganta da economia ucraniana, pelo menos no curto prazo.

A oposição considera que a ajuda financeira russa coloca em perigo a independência da Ucrânia.

Os manifestantes recusam baixar os braços e no epicentro da revolta, a Praça da Independência, Vitaly Klitschko voltou a apelar à mobilização:

“Temos um sonho, mas isso não chega. Temos de trabalhar com dedicação para tornar o sonho real. Vamos fazer tudo o que for necessário para que o governo que conduziu este país ao colapso económico se demita”, declarou Klitschko, um dos líderes da oposição.

O primeiro-ministro ucraniano classificou de “histórico”, o acordo com Moscovo que prevê uma ajuda financeira de 11 mil milhões de euros e tarifas preferenciais no gás russo. Mas na resposta a Mikola Azarov, Bruxelas fez saber que a Ucrânia estaria em linha para receber pelo menos 19 mil milhões de euros se tivesse assinado o acordo de associação com a União Europeia, uma informação que promete atear a chama da revolução em Kiev.