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Sufrágio tranquilo em Madagáscar

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Sufrágio tranquilo em Madagáscar

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Decorreu num ambiente de calma e sem incidentes de maior, a segunda volta das primeiras eleições livres em Madagáscar desde do golpe de estado que derrubou Marc Ravalomanana em 2009.

Perto de 8 milhões de malgaxes foram chamados a eleger o presidente e os 151 deputados que formarão o Parlamento.

Os observadores da União Europeia reportaram apenas alguns “incidentes menores” como a distribuição de propaganda eleitoral ou a falta das folhas para registar os resultados em algumas mesas de voto. “No geral tudo correu bem”, sintetizaram.

Apoiado pelo presidente deposto, o antigo ministro da Saúde, Robinson Jean-Louis, venceu uma primeira volta marcada por problemas técnicos que deixaram muitos eleitores fora das listas. A questão pareceu estar resolvida no escrutínio desta sexta-feira.

O adversário de Jean-Louis, o antigo ministro das Finanças Hery Rajaonarimampianina, é apoiado pelo presidente interino, Andry Rajoelina, que protagonizou o golpe de Estado de 2009.

Os resultados das eleições gerais em Madagáscar serão conhecidos no prazo de duas semanas.