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Violência regressa à República Centro-Africana

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Violência regressa à República Centro-Africana

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Depois de um período de relativa acalmia, a violência regressou à República Centro-Africana.

Esta sexta-feira houve tiroteios nos postos fronteiriços e confrontos com as forças de paz do Chade.

A situação humanitária é complexa. A ONU estima que mais de um quarto da população da capital, Bangui, foi deslocada, devido aos combates. Manuel Fontaine, da Unicef, fala das dificuldades no terreno:

“O mais importante é a violência. As pessoas precisam de proteção. As comunidades precisam de ser capazes de interagir umas com as outras, compreender e tentar acalmar a situação e não recorrer à violência quando há problemas a resolver. Acho que isso é o mais importante. Mas é claro que, até isso acontecer, temos de fazer o nosso trabalho, enquanto organização humanitária, levar-lhes água, abrigo e alimento, onde quer que eles estejam para que possam sobreviver com dignidade.”

A situação no país é caótica desde que rebeldes muçulmanos derrubaram o governo e deram o poder a um presidente muçulmano num país de maioria cristã.

Só em janeiro a União Europeia tomará uma decisão sobre o apoio a uma intervenção francesa no terreno.