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Atraso na missão de transporte e eliminação das armas sírias

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Atraso na missão de transporte e eliminação das armas sírias

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O transporte das armas químicas para fora da Síria está a demorar mais do que o previsto.

A Dinamarca e a Noruega aceitaram realizar a missão mas os navios ainda não saíram de Chipre por razões de segurança.

A intensificação do conflito e o mau tempo complicam a organização das operações.

“Tudo vai depender da carga porque uma parte do armamento irá para o navio norte-americano e a outra parte para o Reino Unido, por isso tudo depende da carga que estiver no porto de Latakia”, refere Torben Mikkelsen, comandante da missão.

O plano do Conselho de Segurança da ONU estipulava a retirada das armas mais perigosas até ao último dia do ano.

Depois do transporte para o porto de Latakia, no oeste da Síria, as armas deverão ser embarcadas num navio norte-americano equipado para as destruir em águas internacionais.

A outra parte das armas deverá ser destruída no Reino Unido.

A Rússia e a China comprometeram-se a garantir a segurança da operação.

Estima-se que o regime de Bashar al-Assad possua quase mil e trezentas toneladas de agentes químicos.

No terreno não há sinais de apaziguamento. O conflito sírio já causou a morte a a 130 mil pessoas.