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ONU alerta para a "catástrofe humanitária" no Sudão do Sul

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ONU alerta para a "catástrofe humanitária" no Sudão do Sul

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Os sul-sudaneses continuam a abandonar as suas casas. Nas útlimas três semanas, cerca de 200 mil pessoas fugiram aos confrontos entre forças governamentais e milícias. Confrontos que continuam, no terreno, apesar das negociações de paz, a decorrer na vizinha Etiópia.

Os Médicos Sem Fronteiras preocupam-se com a situação dos refugiados, que começa a ter contornos de crise humanitária. Uma mulher explica:

“Estamos a viver debaixo de árvores, como as pessoas que se veem por aí. Vivemos assim, debaixo de árvores, sem casas. E aqui há muitas pessoas doentes, com diarreia e outras coisas.”

Catástrofe humanitária é também o alerta lançado pela ONU. À base das Nações Unidas, em Juba, a capital do Sudão do Sul, continuam a acorrer sul-sadaneses, receosos de virem a ser alvo de violência étnica e tribal.

Para além dos deslocados internamente, estima-se que mais de 60 mil pessoas tenham passado as fronteiras, para países como o Uganda, a Etiópia e o Quénia.