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Iraque: Deslocados confirmam bombardeamentos em zonas residenciais

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Iraque: Deslocados confirmam bombardeamentos em zonas residenciais

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Depois de semana e meia de combates Fallujah, no Iraque, começa a regressar à normalidade.

Mas as forças armadas iraquianas ainda não eliminaram a ameaça dos guerrilheiros islâmicos ligados à Al-Qaida, que tomaram controlo de parte desta cidade de uma outra, na provincia de Anbar.

No mercado, há quem peça ajuda para o regresso de um dia-a-dia normal. Há quem apele ao regressos que fugiram dos violentos combates.

“A situação é boa e o mercado encontra-se estável e pedimos às familas que nos deixaram que regressem a Falujjah”, diz Mohamed Ahmed.

A ONG Human Rights Watch acusa exërcito e rebeldes de usarem fogo de artilharia indiscriminado em áreas residenciais. Há quem confirme essa denúncia, entre os que procuraram abrigo em Arbil, capital da região curda iraquiana.

“O exército bombardeia zonas residenciais da cidade. E as bombas caem de forma aleatória onde não existem militantes, mas sim onde estão familias inocentes. Ninguém pode estar em casa, por isso é que fugimos”, justifica Monther Attalah, com duas crianças ao colo.

Na origem da tomada de assalto de Fallujah e Ramadi, está o grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante com ligações à Al-qaida e, também, o que é tido como políticas discriminatórias dos sunitas levadas as cabo pelo primeiro ministro shiita Nuri Al-maliki.