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Reações à morte de Ariel Sharon

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Reações à morte de Ariel Sharon

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O presidente norte-americano frisou que se junta aos israelitas na homenagem ao falecido Ariel Sharon e reafirmou o compromisso de Washington com a segurança do Estado hebraico. Barack Obama disse que o ex-primeiro-ministro israelita foi “um líder que consagrou a sua vida ao Estado de Israel”.

A chanceler alemã, Angela Merkel, transmitiu as condolências ao povo israelita e classificou Sharon como “um patriota” que tomou a “valente decisão” de evacuar os colonatos judaicos na Faixa de Gaza.

O presidente russo, Vladimir Putin, destacou a grande autoridade do ex-primeiro-ministro israelita na cena internacional.

No Reino Unido, o primeiro-ministro David Cameron frisou que “Israel perdeu hoje um importante líder”, que assumiu “decisões valentes e controversas na busca pela paz”.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, lamentou a morte de Sharon, que definiu como “um herói para o seu povo”, apelando ainda aos israelitas para aplicarem o seu legado de pragmatismo nas atuais negociações de paz com os palestinianos.

O atual primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que “a memória de Ariel Sharon está gravada no coração do povo de Israel”.

Sem surpresa, o movimento palestiniano Hamas, que controla a Faixa de Gaza, chamou-lhe “criminoso”, depois de receber a notícia da sua morte.

Por seu lado, o responsável da Frente Democrática para a Libertação da Palestina, Zuheil Natur, frisou que o ex-primeiro-ministro israelita “representa o terrorismo e a ocupação das terras dos palestinianos”.

Os refugiados palestinianos no campo de Ain el Helu, no sul do Líbano, festejaram a morte de Ariel Sharon, ao qual chamam “o carniceiro de Beirute”. As celebrações tiveram eco noutros campos de refugiados do país e esperavam-se reações semelhantes na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.