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Desespero, tortura e morte na Síria

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Desespero, tortura e morte na Síria

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Muitos deslocados de guerra, que tentam escapar a um inferno que já fez mais de cem mil mortos, não acreditam nos homens e nas políticas para a guerra civil síria que já dura há três anos.

Abu Ali vive num campo de deslocados, perto da fronteira com a Turquia. Afirma que
“não têm qualquer esperança na conferência Genebra II. Nós, aqui, neste campo, não contamos com isso, contamos apenas com Deus”. Uma mulher, também no mesmo campo de deslocados, confessa que estão “cansados, doentes com isto. A morte é melhor do que isto. Nós pedimos a morte, mas ela continua a escapar-nos. Rezamos pela morte para que possamos descansar desta fome, desta pobreza”.

A agência estatal de notícias turca Anadolu, publicou um trabalho com base em milhares de fotografias do que diz ser de um oficial sírio que desertou após 13 anos ao serviço do exército sírio.

A “Save the Children” e outras Organizações Não-Governamentais publicaram uma carta aberta a apelar a todos os intervenientes na conferência Genebra II para darem atenção ao drama das crianças. Um apelo feito com base em relatos de vítimas e familiares das vítimas. A “Save the Children” refere que já morreram mais de 11 mil crianças, 4 milhões e meio precisam de ajuda.