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Forças sírias discutem situação humanitária

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Forças sírias discutem situação humanitária

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As duas partes do conflito sírio regressam este domingo à mesa das negociações, com uma agenda bem definida – vão discutir a ajuda humanitária às populações mais afetadas, por três anos de guerra.

A discussão será feita por etapas e com muito cuidado, como diz
Lakhdar Brahimi, o mediador das Nações Unidas:

“A situação é muito difícil, muito complicada e estamos a andar por etapas, com passos pequenos, e, consequentemente, concordámos falar, no domingo sobre os sitiados”.

Em causa está a situação das populações das zonas mais atingidas pela guerra. São milhares de pessoas sem assistência médica e, sem nada para comer.

O porta-voz do Conselho Nacional Sírio, que reúne as forças que se opõem ao regime de Bashar al-Assad chamou a atenção para a cidade de Homs:

“Homs está cercada há mais de 10 meses, sem comida, sem medicamentos ou qualquer forma de auxílio e isso atinge toda a cidade. A discussão será sobre Homs que é o maior problema. Temos de assegurar a criação de corredores humanitários, para matar a fome dos sírios sitiados”.

Os estabelecimento de corredores humanitários vai limitar o teatro de guerra que, em três anos, alastrou a algumas das cidades mais povoadas.

Há milhares de pessoas deslocadas, muitas delas, a viverem em condições infra-humanas, em campos de refugiados.