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China reforça prevenção da gripe das aves em vésperas do Ano do Cavalo

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China reforça prevenção da gripe das aves em vésperas do Ano do Cavalo

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20 mil aves abatidas esta terça-feira em Hong Kong, proibição do comércio de aves vivas durante 3 meses na Região Administrativa Especial e noutras zonas do Sul e Leste da China – as autoridades de Pequim procuram prevenir um novo surto do vírus da gripe das aves, agora na mutação H7N9.

Em menos de um mês já se registaram cerca de uma centena de casos em humanos que resultaram em duas dezenas de mortos.

O contacto com animais é a única forma provada de transmissão do vírus, por isso “Não mexa em aves vivas”, lê-se nos cartazes afixados por Hong Kong.

A população está preocupada porque o vírus “é contagioso”, “há pessoas que morrem” e prometem comer “menos galinha” nas celebrações do ano novo chinês.

Nos 40 dias à volta da entrada no Ano do Cavalo, que começa na sexta-feira (31 de janeiro), estima-se que os chineses façam mais de 3,5 mil milhões de deslocações, muitas vezes na companhia de aves vivas para comer nas reuniões familiares, uma receita explosiva para a transmissão da gripe das aves.