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Uma bebida amarga para Scarlett Johansson

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Uma bebida amarga para Scarlett Johansson

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A atriz norte-americana Scarlett Johansson está debaixo de fogo por ter dado a cara por uma marca de refrigerantes israelita que tem uma fábrica na Cisjordânia.

Ativistas pró-palestinianos pediram, entretanto, à Oxfam que suspenda a relação com a atriz, embaixadora da organização humanitária desde 2007.

Jonhansson, de 29 anos, já reagiu. Garante que nunca quis ser o rosto de um movimento ou conflito nem originar divergências sociais ou políticas.

O presidente executivo da empresa, Daniel Birnbaum, desdramatiza e diz que este é um caso de sucesso:

“É um caso único. A fábrica está localizada na Faixa de Gaza e emprega diferentes trabalhadores. Os palestinianos trabalham ao lado de israelitas muçulmanos ou judeus. Cerca de 1300 pessoas trabalham aqui em perfeita harmonia e paz. Temos muito orgulho em estar aqui e em contribuir para a coexistência e para a paz na região.”

O lançamento da campanha publicitária coincide com encerramento do Super Bowl, em fevereiro. Antes disso, a empresa vai ter de ultrapassar outro tipo de questões ligadas à concorrência nos Estados Unidos e que podem obrigar a alterar o conteúdo do anúncio.