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Goldman Sachs provoca crise política na Dinamarca

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Goldman Sachs provoca crise política na Dinamarca

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Um negócio entre o governo dinamarquês e o banco americano Goldman Sachs fez implodir a coligação governamental.

Seis ministros socialistas abandonaram o executivo na sequência da decisão de venda de 19% dos capitais públicos da Dong Energy – a companhia energética do país – ao banco de investimento mais controverso desde o início da crise financeira.

Apesar da deserção socialista, o governo não está em risco, garante a primeira-ministra, Helle Thorning-Schmidt:

“O governo vai continuar o seu trabalho. O nosso primeiro objetivo continua a ser conduzir a Dinamarca através da crise, de forma decente e com um estado social forte. A política do governo está a funcionar e, portanto, não mudará”.

A Dong Energy, na origem da crise política, é produtora de petróleo, gás natural e eltricidade e realizou um volume de negócios de 9 mil milhões de euros em 2012.

O negócio com o Goldman Sachs vai render à companhia 1,1 mil milhões de euros.