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Tailândia: Protestos antes e depois das eleições

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Tailândia: Protestos antes e depois das eleições

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Um dia depois das eleições legislativas, milhares de pessoas voltaram às ruas de Banguecoque para exigir a queda do governo.

Devido aos protestos na véspera, os resultados do escrutínio não devem ser conhecidos antes do final do mês.

Os manifestantes impediram a organização das eleições e a abertura de 10 mil assembleias de voto. Cerca de 440 mil eleitores vão, por isso, poder voltar às urnas a 23 de fevereiro.

Se a eleição não se realizar, o parlamento tailandês fica impedido de se reunir por falta de quórum. Uma situação que pode levar à paralisia política do país.

O analista, Somjai Phagaphasvivat, acredita que a economia é a primeira vítima da polarização. Teme que a eventual formação de um governo, após as eleições, ainda que por um período temporário e dada a falta de confiança dos investidores, não permita resolver questões de fundo já que será sempre um executivo interino.

Yingluck Shinawatra – acusada de ser uma marioneta nas mãos do irmão Thaksin Shinawatra – avançou com eleições legislativas antecipadas para pôr fim à crise na Tailândia. Uma opção que, de acordo com a oposição, não resolve os problemas do país.