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Governo líbio quer limpar país de armas químicas

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Governo líbio quer limpar país de armas químicas

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A Líbia destruiu com a ajuda de países ocidentais o último grande depósito de armas químicas da era de Muammar Gaddafi.

A comunidade internacional temia que as armas pudessem cair nas mãos de militantes islamistas e milícias regionais, face à desordem que reina na região.

O ministro líbio dos Negócios Estrangeiros congratula-se: “Estamos satisfeitos que esta operação se realize, na Líbia, e foi feita de uma maneira profissional sem que nada que possa prejudicar o meio ambiente ou a área de armazenamento das armas.”

Na posse de grande quantidade de armas, as milícias e membros armados de tribos rivais controlam partes do país, enquanto o primeiro-ministro, Ali Zeidan, se esforça para impor a autoridade do governo central para além de Trípoli.

A Líbia começou a desmantelar seu programa após a assinatura da Convenção das Armas Químicas, em 2004, mas a operação foi suspensa em 2011, quando rebentou a revolta, mas agora tudo parace no bom caminho:

“Ainda existem armas de categoria dois mas estou confiante que também vão acabar por ser destruídas, acredito que vamos conseguir limpar a Líbia de armas químicas”

Na posse de grande quantidade deste tipo de armamento, as milícias e membros armados de tribos rivais controlam partes do país, enquanto o primeiro-ministro, Ali Zeidan, se esforça para impor a autoridade do governo central para além de Trípoli.