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Eurodeputados lutam por fundo de resgate dos bancos mais eficaz e simples

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Eurodeputados lutam por fundo de resgate dos bancos mais eficaz e simples

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Quando um banco da União Europeia (UE) está em risco de falência, não deve ser resgatado com o dinheiro dos contribuintes desse país, mas por um fundo comum, pago pelos bancos.

Esta é a posição dos eurodeputados na negociação com os 28 governos da UE sobre este ponto da união bancária, que deverá ficar definido em meados deste mês.

O plenário do Parlamento Europeu (PE) deu novo apoio, esta quinta-feira, à posição negocial dos eurodeputados envolvidos.

Corien Wortmann-Kool, do Partido Popular Europeu, sublinha que “a solução passa por realmente acabar com a ligação entre dívidas dos bancos e Estados, mas a proposta feita pelo Conselho não assegura isso”.

Os eurodeputados querem também que o mecanismo seja menos burocrático, com o eurodeputado dos Verdes Sven Giegold a explicar que, para evitar a corrida aos bancos, “o Conselho dos Estados-membros devia adotar um sistema que permitisse resolver a situação num fim-de-semana, mas este é tão complexo que nunca vai funcionar”.

Nas negociações, que são lideradas pela deputada portuguesa Elisa Ferreira, o PE vai insitir que o mecanismo esteja em pleno funcionamento em breve, e não dentro de uma década, como defendem os governos.