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Ucrânia: Líderes europeus tiram as sanções do "coldre"

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Ucrânia: Líderes europeus tiram as sanções do "coldre"

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A opção da União Europeia avançar com sanções seletivas na Ucrânia ganha forma. Os protestos em Kiev contra o presidente pró-russo Viktor Yanoukovich vão entrar no terceiro mês e existem alegações de violação dos direitos humanos.

Reunidos em Bruxelas os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 28 Estados membros debateram a crise na Ucrânia. E já ninguém esconde, que as sanções podem ser uma via para fazer respeitar os direitos humanos.

“Ninguém quer sanções imediatas e generalizadas. Qualquer das maneiras, decidimos avançar com as sanções seletivas se a situação piorar, o que não é o caso, por agora. Se e quando o fizermos, queremos enviar um sinal claro a quem elas se destinarem”, afirmou Thierry Repentin, ministro Francês para os Assuntos Europeus.

Alguns diplomatas consideram que 17 de fevereiro será o dia em que a situação se define, pois termina a amnistia aos que contestam o governo ucraniano.

Na quinta-feira, o Parlamento Europeu tinha já aprovado o pedido de sanções como a negação de vistos ou o congelamento de bens de responsáveis ucranianos.