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Ucrânia: Oposição reitera exigências para sair da crise

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Ucrânia: Oposição reitera exigências para sair da crise

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A oposição ucraniana não está para meios-termos: Reiterou o “não” a liderar um governo de coligação e pretende votar no Parlamento uma proposta para o regresso à Constituição de 2004, na qual os poderes do Presidente são bastante mais limitados do que atualmente.

A Ucrânia está à beira da falência e o futuro do país continua envolto numa enorme incógnita.

A oposição reiterou esta quinta-feira que não vai morder o isco lançado pelo presidente e assumir a chefia do governo.

Segundo o líder do partido de Iulia Timoshenko, a posição da oposição “é clara”: “Não aceitamos o cargo de primeiro-ministro. Só aceitaremos a responsabilidade plena pelo país, ou seja, a formação (completa) do executivo”, referiu Arseni Iatseniuk.

Entretanto, o Presidente Viktor Ianukovich voltou a receber a visita do comissário europeu para o Alargamento. Stefan Fule repetiu a exigência da União Europeia para prestar ajuda financeira à Ucrânia: “Reformas”, muitas reformas, nomeadamente da Constituição, a rápida “formação de um novo governo e a garantia de eleições livres e justas”.