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Ucrânia: Paris e Berlim prometem sanções mas não passam aos atos

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Ucrânia: Paris e Berlim prometem sanções mas não passam aos atos

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Condenação da violência na Ucrânia, ameaças de sanções, apelo à calma e ao diálogo, mas nenhuma ação concreta: Paris e Berlim reforçaram o tom crítico em relação ao regime de Kiev mas remetem eventuais represálias para a esfera dos 28. Esta quinta-feira há uma reunião de emergência dos ministros dos Negócios Estrangeiros onde se espera que a União Europeia passe das palavras aos atos.

“Condenámos todos estes atos e a repressão proveniente do poder. O nosso primeiro apelo é para que a violência cesse, mas os que cometeram estes atos e os que se preparam para cometer outros devem saber que vão ser punidos”, avisou François Hollande.

“Só o diálogo político pode trazer avanços reais. Quando digo diálogo político, entenda-se um governo de transição, eleições livres. E, seja o que for que a Alemanha a França e a União Europeia possam fazer, iremos fazê-lo”, prometeu Angela Merkel.

Para além de condenarem os “atos inqualificáveis, inadmissíveis e intoleráveis” na Ucrânia, Paris e Berlim expressaram, no final da cimeira no Eliseu, posições comuns em relação à transição para as energias renováveis, à segurança da Europa e o desejo de implementar uma taxa sobre as transações financeiras ainda antes das eleições europeias.