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Ucrânia: O outro lado da barricada

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Ucrânia: O outro lado da barricada

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Na Ucrânia, do outro lado da barricada, estão centenas de polícias que tentam manter a ordem pública, cumprindo o papel a que obrigam os seus deveres profissionais.

No dia mais violento desde que os protestos contra o presidente Viktor Yanukovich começaram, há 12 semanas, pelo menos uma dezena de efetivos morreu, segundo o Ministério do Interior. Algumas dezenas terão ficado feridas.

A radicalização do conflito é outro dos grandes perigos. As tropas são o alvo dos ataques de grupos mais radicais e, muitas vezes, não há muito a fazer.

Para o Procurador-geral ucraniano não há dúvidas:

“Os organizadores dos protestos em massa vão ser responsabilizado. O Gabinete do procurador-geral vai exigir uma pesada punição, tanto para aqueles que instigaram as pessoas a participarem na ação de hoje como para os organizadores, aqueles que controlam”.

É o outro lado de uma história onde, para já, há mais vencidos do que vencedores e que vai deixando para trás muito cansaço e um enorme rasto de sangue.