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União Europeia continua em Kiev a negociar uma saída para a crise na Ucrânia

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União Europeia continua em Kiev a negociar uma saída para a crise na Ucrânia

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“Foram feitos progressos mas persistem importantes divergências” nas negociações para tentar colocar um ponto final no banho de sangue na Ucrânia. As palavras são do ministro dos Negócios Estrangeiros polaco depois de um encontro com a oposição ucraniana e antes de regressar pela segunda vez, esta quinta-feira, à sede da presidência para um encontro com Viktor Ianukovitch, na companhia dos seus homólogos alemão e francês que negoceiam em nome da União Europeia.

Merkel, Obama e Putin querem uma solução política para a crise, mas Moscovo aponta o dedo à oposição e ao Ocidente quando se trata de apurar responsabilidades pela violência:

“A oposição não pode ou não quer demarcar-se dos grupos extremistas. Todos os nossos parceiros ocidentais e todos na Europa e nos Estados Unidos colocam a culpa toda no governo da Ucrânia e não classificam, como deviam ser classificadas, as ações dos extremistas. Estamos muito perturbados por isso, porque há aqui, obviamente, dois pesos e duas medidas”, acusou Serguei Lavrov, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia.