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Kiev na expetativa das negociações com Ianukovitch

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Kiev na expetativa das negociações com Ianukovitch

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A capital ucraniana acordou mais calma, esta sexta-feira, depois de uma noite de confrontos, que fizeram mais vítimas.
Entretanto, registaram-se disparos junto ao parlamento, onde os manifestantes concentram agora os protestos.

No balanço do conflito, aqueles que não cederam ao terror policial, dizem ter descoberto a coragem e o sentimento de liberdade. “O que aconteceu aqui, foi que vencemos os escravos que éramos. Deixámos de ser escravos”, disse Ruslan, um dos manifestantes da praça da Independência.
Desejam o fim do derrame de sangue, como Elena Zhavrina, que evoca as cerca de 75 vítimas mortais para dizer que há que parar a perda de vidas humanas.

Imagens dramáticas da noite de quinta-feira, mostram atiradores furtivos das forças policiais a disparar sobre os manifestantes da praça da Independência. Os disparos continuam, mesmo quando os médicos tentam socorrer as vítimas.

Na morgue improvisada no Hotel Ukraina, onde estão alojados muitos dos jornalistas estrangeiros enviados a Kiev, as vítimas mortais são recebidas entre cânticos do hino nacional ucraniano.