Última hora

Última hora

Em leitura:

Nova versão de "A bela e o monstro"


Cultura

Nova versão de "A bela e o monstro"

O realizador francês Christophe Gans assina uma nova versão de “A bela e o monstro”.
O argumento baseia-se no célebre conto de fadas francês do século XVIII.

A bela é Léa Seydoux, a rapariga de cabelo azul de “A vida de Adéle”. A besta é Vincent Cassel.
O orçamento do filme rondou os 33 milhões de euros. O realizador apostou nos efeitos especiais.

O filme foi apresentado na semana passada durante a Berlinale. As comparações com a versão de 1946 de Jean Cocteau são inevitáveis.

“A intenção não era rivalizar com a obra-prima de Cocteau.
Quisemos mostrar outros aspetos do conto que o Cocteau não abordou porque o filme foi feito numa época precisa e a sensibilidade do Cocteau não o presdipunha a tratar certos aspetos do conto, ou seja eu tentei explorar as partes que ele não explorou”, disse o realizador.

O elenco integra o ator francês André Dussollier, no papel de pai da Bela.

“Tenho muito orgulho na minha filha no cinema. Foi uma bela aventura e uma bela recordação. É bom estar aqui. Filmámos em Babelsberg há um ano. Os técnicos alemães fizeram um trabalho formidável”, contou o ator francês.

“Não cheguei a trabalhar sobre as posturas do leão, esse aspeto estava presente mas apercebi-me que o realizador não queria que eu imitasse um animal. Optei por algo muito natural, falei de forma suave. Trata-se de um castelo mágico, quando falo suavemente uma pessoa que se encontre ao pé da chaminé ouve tão bem como se eu estivesse ao lado dela”, disse Vicent Cassel.

“É preciso voltar a ser criança.Como dizia Jean Cocteau no início da Bela e o monstro”, para ver o filme é preciso ter uma alma de criança”, disse Léa Seydoux.

Depois da apresentação em Berlim , o filme estreia em várias cidades europeias.

Escolhas do editor

Artigo seguinte
Musica: A versão sublime e minimalista de "Madame Butterfly"

musica

Musica: A versão sublime e minimalista de "Madame Butterfly"