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Ucrânia: Diplomacia procura soluções para o futuro

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Ucrânia: Diplomacia procura soluções para o futuro

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A queda do regime de Viktor Ianukovich não acalmou ainda as preocupações ocidentais sobre o futuro da Ucrânia.

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, desloca-se esta segunda-feira a Kiev para abordar com o poder interino a solução política, num país à beira da banca rota e onde o risco de divisão é muito forte.

O presidente interino, Olexandre Tourtchinov,
reiterou este domingo: “A nossa prioridade é retomar o caminho para a integração europeia, que deu origem à luta de Maidan. Temos que regressar à família europeia e entender a importância das relações com a Federação Russa”.

A questão é saber como é que a Rússia vai interpretar as mudanças na Ucrânia e explorar o potencial divisionista das regiões pró-russas. O presidente Valdimir Putin chamou a Moscovo o seu embaixador em Kiev para consultas sobre a situação no país.

Susan Rice, a conselheira do presidente norte-americano para a Segurança Nacional afirmou que “não é do interesse da Ucrânia, da Rússia, da Europa ou dos Estados Unidos que o país seja divido e não é do interesse de ninguém que a violência regresse”.

Enquanto aguardam a formação de um governo, os ucranianos lembram os mártires da Praça da Independência. Milhares de pessoas prestaram este domingo homenagem aos mortos da revolta.