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Confisco de "dinheiro sujo" facilitado por nova diretiva

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Confisco de "dinheiro sujo" facilitado por nova diretiva

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O congelamento e o confisco de bens de origem criminosa vão ser mais fáceis na União Europeia, segundo uma nova diretiva aprovada pelo Parlamento Europeu (PE).

As novas regras harmonizam e reforçam a capacidade das autoridades nacionais para apreenderem o chamado “dinheiro sujo”.

A eurodeputada romena Monica Luisa Macovei, relatora do projeto, refere que “em 2009, as Nações Unidas estimaram que o montante que deriva dos vários tipos de crime organizado ascende a 2,1 biliões de dólares (1,5 biliões de euros) por ano. Atualmente, só conseguimos confiscar cerca de 1% das verbas provenientes do crime organizado”.

Depois de aprovada pelos governos, a diretiva deve ser adotada no máximo de 30 meses.

As atividades mais lucrativas são a contrafação e os vários tipos de tráfico, desde droga a armas até seres humanos.

O dinheiro confiscado vai ser aplicado em causas sociais.