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Europa "abraça" a Ucrânia, Rússia torce o nariz


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Europa "abraça" a Ucrânia, Rússia torce o nariz

O abraço da União Europeia a Iulia Timoshenko, a líder da oposição ucraniana libertada este fim de semana. Catherine Ashton, chefe da diplomacia europeia, é o primeiro alto responsável internacional a visitar Kiev desde que Ianukovich foi destituído da presidência ucraniana, no sábado.

A Europa promete abrir os cordões à bolsa mas não quer um conflito com o Kremlin por causa da Ucrânia:

“Conhecemos e compreendemos os fortes laços comerciais que existiam com a Rússia. Laços sólidos com a Rússia têm de continuar a existir no futuro e essa mensagem tem de ser compreendida por todos. Também consideramos ser de extrema importância enviar uma mensagem forte sobre a integridade territorial, a unidade e a independência da Ucrânia”, afirmou Ashton.

Moscovo torce o nariz às intenções europeias e as novas autoridades de Kiev.

“É perigoso e contraproducente tentar forçar a Ucrânia a escolher sob o princípio: ‘Ou estão connosco ou contra nós’”. As palavras são de Serguei Lavrov. O Kremlin está contra a realização de presidenciais na Ucrânia a 25 de maio e ministro dos Negócios Estrangeiros russo adverte que ninguém – leia-se o Ocidente – “deve procurar ganhos unilaterais num momento é que necessário um diálogo nacional” na Ucrânia, dando assim sequência às críticas feitas poucas horas antes por Dimitri Medvedev. Para o primeiro-ministro russo “a legitimidade de toda uma série de órgãos de poder (na Ucrânia) suscita muitas dúvidas”.

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