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Rússia: "É perigoso e contraproducente tentar forçar a Ucrânia a escolher sob o princípio: 'Ou estão connosco ou contra nós'"

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Rússia: "É perigoso e contraproducente tentar forçar a Ucrânia a escolher sob o princípio: 'Ou estão connosco ou contra nós'"

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O Kremlin está contra a realização de presidenciais na Ucrânia a 25 de maio e deixa um alerta: “É perigoso e contraproducente tentar forçar a Ucrânia a escolher sob o princípio: ‘Ou estão connosco ou contra nós’”. As palavras são de Serguei Lavrov. O ministro dos Negócios Estrangeiros russo sublinhou que a “Ucrânia tem de ser parte da grande família europeia no sentido global do termo”.

O chefe da diplomacia russa adverte que ninguém – leia-se o Ocidente – “deve procurar ganhos unilaterais num momento é que necessário um diálogo nacional” na Ucrânia, dando assim sequência às críticas feitas poucas horas antes por Dimitri Medvedev. Para o primeiro-ministro russo “a legitimidade de toda uma série de órgãos de poder (na Ucrânia) suscita muitas dúvidas”.

Se Vladimir Putin tem mantido um intrigante silêncio desde a fuga de Ianukovich, a chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, está desde segunda-feira em Kiev, a trabalhar ativamente com as autoridades que assumiram as rédeas do país.