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Venezuela: Proposta de diálogo nacional não acalma tensão nas ruas

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Venezuela: Proposta de diálogo nacional não acalma tensão nas ruas

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Os estudantes venezuelanos, que há três semanas protestam contra o governo de Nicolás Maduro, montaram barricadas no centro de Caracas, no mesmo dia em que o presidente iniciava as consultas políticas com vista ao diálogo nacional para tentar acalmar a tensão.

Este movimento de protesto tem degenerado em confrontos que já fizeram 14 mortos e 140 feridos. Várias das vítimas foram mortas a tiro.

A par das manifestações de protesto, milhares de venezuelanos saem quase diariamente à rua para apoiarem o presidente.

Esta segunda-feira, Nicolás Maduro definia assim os desafios que enfrenta:

“Isto não é uma conspiração, isto não é um protesto. A Venezuela está a enfrentar um golpe de estado fascista, continuado, uma agressão imperial, que quer acabar com a revolução e com a democracia”.

Maduro convocou uma conferência para a paz que deverá começar esta quarta-feira, com todas as correntes sociais, políticas, corporativas e religiosas, mas este gesto tem poucas probabilidades de apaziguar o país.