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Não perdem força os protestos anti-Maduro


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Não perdem força os protestos anti-Maduro

Em Caracas, continuam os protestos contra o presidente Nicolás Maduro, com a polícia a enfentar os manifestantes com gás lacrimogéneo e canhões de água.

Segundo a procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, desde que os protestos começaram, 13 pessoas morreram e pelo menos 147 foram feridas.

Ao mesmo tempo, apoiantes do governo encaminham-se para o palácio presidencial de Miraflores, para demonstrarem apoio a Maduro e verificam-se confrontos entre manifestantes anti-Maduro e grupos pró-governamentais.

Entretanto, as relações entre a Venezuela e os Estados Unidos permanecem tensas. Na terça-feira, Washington expulsou três diplomatas venezuelanos, como reação à expulsão de três funcionários consulares norte-americanos, acusados de terem dado apoio aos manifestantes anti-governamentais.

Os manifestantes reiteram a intenção de continuar nas ruas, como disse Juan Quintana, um estudante que participa nos protestos: “Como bem sabemos, neste país os jovens têm um futuro incerto e nós estamos simplesmente a protestar contra esta incerteza que os venezuelanos vivem todos os dias. Protestámos ontem e vamos protestar amanhã e depois de amanhã, continuaremos nas ruas”.

As demonstrações estão a ser o maior desafio enfrentado pelo presidente venezuelano, nos dez meses de governação, apesar de não estarem a afetar as vendas de petróleo.
A Venezuela é o maior exportador de petróleo na América Latina e tem as maiores reservas do mundo.

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