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NATO atenta à situação na Ucrânia mas não vai acelerar adesão

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NATO atenta à situação na Ucrânia mas não vai acelerar adesão

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Os ministros da Defesa dos países membros da NATO reunidos, esta quarta-feira, em Bruxelas, manifestaram apoio à soberania e integridade territorial da Ucrânia.

A NATO acompanha de perto as recentes manobras militares da Rússia junto à Ucrânia, desde a queda do Presidente Viktor Ianokuvich, mas não vê necessidade de acelerar o processo de entrada do país na organização.

O secretário-geral, Anders Fogh Rasmussen, afirmou que “decidimos na cimeira da NATO em Bucareste, em 2008, que a Ucrânia se vai tornar membro da NATO. Mas penso que agora existem prioridades mais urgentes”.

Vários membros da organização, incluindo os Estados Unidos, já alertaram Rússia contra a intervenção militar naquela que foi uma ex-república soviética.

O correspondente da euronews em Bruxelas, Andrei Beketov, realça que “durante a Presidência de Ianukovich, a Ucrânia não lutou pela adesão à NATO, mas pela participação nas operações conjuntas. O exército também não foi chamado a interferir nos confrontos mais violentos da semana passada. Portanto, o vice-ministro da Defesa, Oleksandr Oliynyk, pode falar confortavelmente com os parceiros ocidentais sobre planos para o futuro”.