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Mobile World Congress 2014, Barcelona


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Mobile World Congress 2014, Barcelona

Decorreu em Barcelona o Mobile World Congress 2014. O certame dedicado ao setor das comunicações móveis atraiu 75 mil delegados e 1800 expositores.

Na feira foram apresentados os novos dispositivos, desde os smartphones aos tablets.

Os Androids “low cost” dominam as vendas. Este evento foi o local escolhido para que algumas marcas apresentassem novos dispositivos, representativos da aposta na redução dos preços.

Uma verdadeira revolução no Mobile World Congress, em Barcelona, com a Nokia a apresentar um Android.

“É uma mudança que segue a procura por parte dos consumidores. Há um mundo de consumidores, especialmente os jovens, que procuram dispositivos de hardware atraentes, a um preço muito competitivo, mas que lhes dê acesso ao mundo dos aplicativos para Android”, adianta Paola Cavallero, Diretora-geral da marca finlandesa.

Ao olhar-se para o telemóvel percebe-se que o interface é muito semelhante ao de um Windows Phone, mas porquê? Paola Cavallero explica:

“Isso acontece porque há muitos elementos de continuidade. A gestão de aplicativos continua a ter a mesma configuração, facilitando a utilização e aumentando a rapidez, o que mostra uma continuidade em relação ao Windows Phone”.

São as marcas de telemóveis a tentarem adaptar-se às necessidades do mercado, que estão em constante mudança. Uma premissa não se adequa a todos os setores deste imenso mercado.

A Samsung lançou a sua nova estrela cujo preço é de cerca de 700 euros. A entrada do carregador possui uma tampa impermeável, o aparelho pode ficar entre 30 minutos a 1 hora submerso em até 1 metro de água. A câmara foi melhorada e tem uma nova funcionalidade: um monitor cardíaco. Seguindo a Apple, foi também introduzido um sensor biométrico que permite fazer pagamentos com um simples toque.

Também Mark Zuckerberg, fundador e Presidente do Facebook, esteve em Barcelona para promover o “Internet.org”, um projeto ambicioso do grupo e de outros parceiros que pretende ligar o máximo de pessoa em todo o mundo:

“Quando atingimos mil milhões de utilizadores poderia ter sido o momento de recuarmos e pensar: “bem, para que é que estamos aqui?”. Agora, se conseguimos ligar tantas pessoas, vamos continuar nos próximos anos, a dar mais um passo, e outro, e outro, é o que vamos fazer”, diz Zuckerberg.

A sul-coreana LG não podia ficar de fora e, de facto, inovou ao apresentar um smartphone cujo preço vai chegar, à módica quantia, de 800 euros mas que é curvo, por ser flexível, feito com um revestimento elástico, que permite uma visão panorâmica e que, segundo a marca, pode sobreviver a alguns arranhões:

“Por um lado, adapta-se ao contorno do rosto e aumenta o som em três decibéis. A outra vantagem é a forma de visualização, a tecnologia permite uma visão panorâmica para conteúdos multimédia”, afirma Elias Fullana Verdera, representante da marca.

O fabricante chinês Huawei apostou num tablet com Android 4.2 com um ecrã full-HD, de 7 polegadas. Pesa 239 gramas e, segundo a empresa, permite “cinco dias completos de uso contínuo”…

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