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Ucrânia: O desafio económico

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Ucrânia: O desafio económico

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O primeiro-ministro da Ucrânia, Arseniy Yatsenyuk, reuniu-se com agentes económicos do país e da Europa e assegurou que o Governo está a fazer tudo para “não reagir às provocações” de Moscovo, optando pela via diplomática.

Juntamente com o ministro da Economia assegurou ainda que o governo irá facilitar os negócios na Ucrânia e que haverá transparência.

“O principal problema atualmente é a intervenção russa na Crimeia. Infelizmente ensombrou as boas intenções e a reação positiva dos investidores à mudança política do país”, disse Tomas Fiala, diretor do banco Dragon Capital.

O pequeno comércio e algumas indústrias também sentem o reflexo da instabilidade, particularmente nas importações, devido à desvalorização da moeda nacional, o hryvna.

“Em março vamos ter a nova coleção e estou preocupada com os preços. Provavelmente vamos ter que subir 10, 15 ou mesmo 20%, porque os tecidos vieram do estrangeiro na semana em que o dólar subiu repentinamente”, afirmou Anna Kovalenko, responsável por uma marca de roupa feminina.

No mesmo encontro Arseniy Yatsenyuk assegurou ainda que irá cumprir todas as obrigações caso o FMI venha a intervir, e que o governo está a planear privatizar a empresa Naftogaz, que detém o monopólio da energia no país.