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Vizinha de Pistorius que escutou "gritos de gelar o sangue" na noite do homicídio volta a depor

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Vizinha de Pistorius que escutou "gritos de gelar o sangue" na noite do homicídio volta a depor

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Novo circo mediático, em Pretória, no segundo dia do julgamento de Oscar Pistorius, o campeão paraolímpico sul-africano que responde pelo homicídio a tiro da namorada.

A defesa tenta esta terça-feira desmontar as declarações de uma testemunha chave da acusação, uma vizinha do casal que declarou ter escutado “gritos de gelar o sangue” na noite do homicídio.

“Julgo que se o Oscar fosse negro já teria ido para a prisão há muito tempo”, afirmou um transeunte que está convicto da culpa de Pistorius.

Outra sul-africana destaca o depoimento de Michele Burger, que mora a menos de 200 metros de Pistorius. A testemunha da acusação afirmou que tinha a janela aberta na noite fatídica, que escutou pedidos de ajuda de uma mulher e de um homem e que sentiu “o terror na voz desta mulher”.

As declarações colocam em causa a teoria da defesa, segundo a qual Pistorius terá confundido a namorada com um ladrão. O atleta de 27 anos declarou-se “inocente” na abertura do julgamento.