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As ruínas de Pompeia ameaçadas de morte definitiva

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As ruínas de Pompeia ameaçadas de morte definitiva

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Os funcionários do imenso sítio arqueológico, que desde 1997 faz parte do Património Mundial da Humanidade da Unesco, encontraram pedaços de uma parede de dois metros de altura que acabara de ser restaurada, assim como fragmentos de outro local igualmente afetado devido a infiltrações importantes.

No domingo, uma parte do arco do Templo de Vênus e da muralha que cerca a necrópole da cidade antiga também desabaram.

Há três anos o nível de degradação aumentou provocando polémica com o governo por causa da falta de manutenção mas face à pressão desencadeada os ventos podem mudar em Pompeia

“Estamos em condições de agir imediatamente. Há um projeto em andamento sobre a instabilidade hidrogeológica e, portanto, temos de intervir de forma decisiva, sobre toda a área arqueológica. Até ao momento, estamos a trabalhar na terceira área, que é a mais delicada, e poderá trazer outros perigos.”

As zonas afetadas pelo desabamento foram fechadas ao público.

O novo ministro da Cultura italiano, Dario Franceschini, convocou uma reunião extraordinária esta semana para avaliar a situação atual do conjunto arqueológico.

A União Europeia vai libertar fundos para a restauração do monumento situado nas proximidades de Nápoles.

A cidade de Pompeia foi destruída pela violenta explosão do vulcão Vesúvio em 24 de agosto do ano 79.

A sua descoberta , em 1738, permitiu traçar um quadro exato da vida romana durante o século I.