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Familiares das vítimas acusam a Malaysia Airlines de nada lhes dizer sobre o desaparecimento do Boeing

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Familiares das vítimas acusam a Malaysia Airlines de nada lhes dizer sobre o desaparecimento do Boeing

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Em Pequim, um grupo de familiares das vítimas do voo MH370 prepara-se para viajar até Kuala Lampur.

As cerca de 50 pessoas acusam a Malaysia Airlines de nada lhes dizer sobre o desaparecimento do Boeing 777 que fazia a ligação entre Pequim e a capital malaia.

Outras, preferem ficar na China. É o caso de Wang Aihua, que perdeu um filho: “Claro que não vou tratar do passaporte. Para quê? Para ir à Malásia fazer o quê? Ficar a olhar para o mar? Não estou nada satisfeita com a Malaysia Airlines. Não têm consideração nenhuma por nós. O meu filho tinha 30 anos. Foi à Malásia numa viagem de negócios. A Malaysia Airlines está a sonegar-nos informação.”

Os familiares esperam partir nos próximos dias. Voluntários de diferentes ONG têm estado a ajudá-los com a logística de tratar dos passaportes e dos documentos necessários à viagem.

Além disso, exigem que a transportadora lhes pague as viagens e as despesas na Malásia. A companhia já fez saber que não tenciona pagar nada enquanto não souber o que aconteceu ao avião.

Na Malásia, o dia foi de angústia e desespero para os familiares dos passageiros. No aeroporto malaio de Sepang, líderes budistas, hinduístas e outros reconfortam espiritualmente os familiares, que se preparam para o pior.